domingo, 10 de agosto de 2008

Confissões de um wagabundo...

Fuço aqui, fuço acolá,
fuço tudo sem nada saber,
Fuço, fuço e fuço tudo....
por que sei que meu hantai,
nerdoca como és,
Nas minhas fuças não vai bater...
Triste sina do infeliz,
Ser meu hantai é do caráleo,
Porque fuço, fuço e muito fuço,
Para que tudo fuçado fique,
e zuado tudo deixo,
para ele muito se danar...
É hosei, katto patan,
katto rain, yonetsu ondo...
Nada deixo pra trás,
Tudo tenho que fuçar,
Para a vida do hantai,
um inferno tornar...
"Montanha Lisa" nada sabe,
das malignas artes que pratico,
no seu sopé escorregadiço...
Muito bobos eles são,
Muito esperto eu sou,
ainda assim se me catarem,
mentiras inventarei,
porque se em nada sou bom,
nisto ao menos eu me presto...
Muito bom eu sou também,
Em transformar o que nada sei,
em coisas que muito pareço saber,
Sou vigarista, mentiroso,
wagabundo e muito besta...
Fuço aqui, fuço acolá,
fuço tudo e kubi não levarei...
Muito bobos eles são,
muito esperto eu sou,
Além disso,
lambo, puxo, lambo, puxo...
puxo, puxo e muito puxo,
até quase arrebentar...
Nunca serei kubi...

Minhas singelas homenagens ao W, meu estimado "hantai", que sempre deixa a máquina no "jeito" para mim...

3 comentários:

Antonio Rebordao disse...

Temos poeta!

Carlo disse...

É fácil poetar quando se tem um "muso inspirador" como este.
Mas tudo bem... Quem mandou não estudar direito, como minha mãe tantas vezes me aconselhou... :-(

Tubalandia(off) disse...

ahuahuahuahauh
ameiiii
pensou que eu nao ia ler?...
ficou muito legal....
melhor do que o anterior...
abraco..fui