quinta-feira, 28 de agosto de 2008

iPhone Girl

É esta simpática figurinha aê:



Já trampei com umas chinas aqui na ilhota. Mas nenhuma chegou aos pés da simpatia da "iPhone Girl". Uma operária chinesa que apareceu numas fotos salvas por distração num iPhone 3G durante sua produção, que posteriormente foi adquirido por um britânico que por sua vez publicou as imagens no fórum MacRumors. O post com as fotos bombou adoidado e dai em diante ela se tornou a mais nova celebridade web. Rapidamente virou top hit no Digg, motivo de post em quase todos os principais blogs for macmaníacos, artigo na Wikipédia, sem falar que logo mais deve estar aparecendo em todos os jornais do mundo.
Fizeram até umas gracinhas bem interessantes com uma foto dela:



A identidade dela continua um mistério. O que sabe-se com certeza é que não será kubi. E nem fuzilada pelas implacáveis autoridades chinesas como se temia de início... ;-)
Pena que não acontece uns furyos legais assim por aqui...

sábado, 23 de agosto de 2008

Amarelaram outra vez...

Mas da cor do ouro nesta olimpíada!!!



E para quem perdeu ou deseja rever este jogo histórico, um torrent quentinho acaba de sair aqui.

quarta-feira, 20 de agosto de 2008

Tiddlywiki, um wiki pessoal


Você precisa de um sistema fácil, eficiente e privado para registrar dados, resumos, clips, rascunhos diversos, agendar tarefas, desabafos íntimos, poemas tronhos, loucuras mil, planos secretos para conquistar o mundo, etc e etecétera?
Então afirmo-lhes que desde já teus problemas se acabaram!!!
TiddlyWiki é um software fenomenal que facilita em muito tudo isto, e além de ser gratuito, é agnóstico quanto a sistema operacionais, pois roda em OSX, Linux e se o ruindows (98, xp ou vista) não travar ou bichar antes, roda nele também... :-)
É um software pequeno, consiste num simples arquivo composto por códigos html e ajax, descartando qualquer tipo de complexidade informática, como banco de dados, bibliotecas e outros apetrechos esquisitos que costumam se pendurar a este tipo de programa. Necessita tão somente de um navegador decente como plataforma, citaria por exemplo o Firefox, Opera ou o Safari (o "explorer" não é um navegador decente, mas funciona nele também, acho...) para acessar e editar os textos que serão acrescentados ao wiki.
Assim como na Wikipedia, os textos (artigos) que no TiddlyWiki são chamados de "tiddlers", podem ser linkados entre si, ser agrupados por tags, pode-se adicionar imagens e sons aos artigos, classificá-los por data de entrada e tudo poderá ser facilmente localizado a posteriori através de um prático sistema de busca, além de inúmeras outras possibilidades que poderia ficar a citar indefinidamente até que as forças de meus dedos se esvaíssem de tanto digitá-las...
O TiddlyWiki atinge o cúmulo da simplicidade no quesito instalação também, porque sequer é necessário instalá-lo. ;P
Basta salvar o arquivo "empty.html" em algum local no seu hard disk, pen-drive ou aonde bem lhe apetecer e abrí-lo através de seu navegador favorito, after. Sem qualquer configuração. É só começar a utilizá-lo. Vapt-vup. Simples assim!
Comecei a utilizar o TiddlyWiki a cerca de duas semanas, principalmente como muro de lamentações e fosso de impropérios privados, mas aos poucos fui descobrindo várias outras possibilidades e a partir de então estou utilizando-o para tudo que precise ser anotado, rascunhado ou arquivado. E através de suas variantes e adaptações, pode ser otimizado para "n" finalidades, até como ferramenta de GTD, como o GTDTiddlyWiki .
Existe ainda uma oportuna extensão para o Firefox chamada TiddlySnip que facilita bastante a clipagem de pedaços de páginas web, salvando-as automaticamente no formato de "tidlers" para dentro do arquivo do TiddlyWiki.
Mais informações e outros reviews para que não fiques ai a pensar que tudo isto não passa de xavecação vazia, aqui, aqui e aqui...

Se uma imagem vale por mil palavras, um slide vale por um milhão? Confira esta apresentação e se convença de uma vez que o Tiddlywiki é demais!!!


Uma Introdução ao Tiddlywiki

View SlideShare presentation or Upload your own. (tags: tiddlywiki)

sexta-feira, 15 de agosto de 2008

As Nanas e a Anna


Nana é um manga até jóinha. Dei uma bizoiada acidental nuns scams perdidos na net. É sobre duas minas homônimas que se chamam Nana. Uma é frágil, romântica e meio zoada da cabeça e a outra é rock-punkera fodona. Acontece delas se esbarrarem em Tóquio e amigar-se apesar de suas diferenças abissais. Posteriormente acabam por dividir um apato, seus conflitos pessoais na busca pela felicidade no amor e na vida profissional, chororôs, porradas do destino, gatos e ziliões de outras coisas mais...
Gostei do design, a estória é bem escrita, uma novela modernosa e tudo ia bem até que me toquei que a bagaça toda era um .... hã... josei manga?!? Ai ficou meio broxante continuar a lê-lo. E meio que tô sem falta de tempo também...
Mas o que importa nessa estória toda é que as Nanas acabaram por me levar a conhecer a Anna.
Estava outro dia de bobeira no YouTube, quando aproveitei para assistir a abertura do anime baseado no mangá e ai tive a gratíssima surpresa de dar de ouvidos com a Anna Tsuchiya. Foi paixão á primeira audição.
Não sou fã de Jpop, mas a mulher é roqueira da gema. Canta muito. E não é aquela vozinha adocicada e afetada que tanto caracteriza as vocalistas jpopeiras. Esta tal de Anna tem vozão, jeitão, pinta, estilão e canta como roqueira de verdade!!! Confiram aê:


quinta-feira, 14 de agosto de 2008

Religião e alguns posters motivacionais


Religião
: Algo muito semelhante a isto...




Rezar: Como não fazer nada e crer que esta ajudando...


Mais uns posterzinhos legais aqui.

E para refletir um pouco, leia este post interessante da Juliana Dacoregio, provavelmente a blogueira e atéia mais bonita lá da terrinha, quiçá, do planeta!

domingo, 10 de agosto de 2008

Confissões de um wagabundo...

Fuço aqui, fuço acolá,
fuço tudo sem nada saber,
Fuço, fuço e fuço tudo....
por que sei que meu hantai,
nerdoca como és,
Nas minhas fuças não vai bater...
Triste sina do infeliz,
Ser meu hantai é do caráleo,
Porque fuço, fuço e muito fuço,
Para que tudo fuçado fique,
e zuado tudo deixo,
para ele muito se danar...
É hosei, katto patan,
katto rain, yonetsu ondo...
Nada deixo pra trás,
Tudo tenho que fuçar,
Para a vida do hantai,
um inferno tornar...
"Montanha Lisa" nada sabe,
das malignas artes que pratico,
no seu sopé escorregadiço...
Muito bobos eles são,
Muito esperto eu sou,
ainda assim se me catarem,
mentiras inventarei,
porque se em nada sou bom,
nisto ao menos eu me presto...
Muito bom eu sou também,
Em transformar o que nada sei,
em coisas que muito pareço saber,
Sou vigarista, mentiroso,
wagabundo e muito besta...
Fuço aqui, fuço acolá,
fuço tudo e kubi não levarei...
Muito bobos eles são,
muito esperto eu sou,
Além disso,
lambo, puxo, lambo, puxo...
puxo, puxo e muito puxo,
até quase arrebentar...
Nunca serei kubi...

Minhas singelas homenagens ao W, meu estimado "hantai", que sempre deixa a máquina no "jeito" para mim...

sábado, 9 de agosto de 2008

Estante dobrável

Um troço interessante para dekassegui retirante ou para aquelas almas ciganas que não querem ter muito trabalho com mudança... Ou para quem é muito "kubi", é claro. :-P
Esta estante é facilmente portável, pesa somente uns 1.8 Kg. É dobrável, nada de parafusos ou pregos.



E fui descobrir isto justo agora, quando acabei de comprar uma que precisa parafusar, montar e etc, etc... Mão de obra do K7...

Combinando esta estante com este mobiliário móvel, imagino que seria possível compor um interessante "kit dekassegui" para estes dias difíceis. Que tal?
Mais informações aqui.

quinta-feira, 7 de agosto de 2008

O Escafandro e a Borboleta




Pode parecer meio piegas declarar isto, mas este filme quase me levou ás lágrimas. É tão belo que me senti faltando palavras para descrevê-lo. É sobre a vida de Jean Dominique Bauby, ex-redator chefe da famosa revista francesa Elle, que na plenitude dos seus 43 anos foi acometido de uma raríssima doença que o deixou totalmente paralítico, exceto pelo o olho esquerdo. E fazendo-se uso de movimentos com a pálpebra deste olho, ele comunicava-se com o mundo exterior e inclusive conseguiu de forma brilhante escrever o livro que deu origem a esta película.
A princípio era uma piscadela para dizer sim e duas para dizer não. Mais tarde aprendeu a formar palavras e frases. E ai começou a aventura de escrever seu livro. Todos os dias memorizava os textos, corrigia-os mentalmente a noite e durante as tardes ditava-as para sua assistente. Foi um processo penoso que consumiu meses, mas a despeito de todas as limitações impostas pela sua condição, logrou sucesso e legou ao mundo esta obra pujante, eloqüente, sonhadora e repleta de amor a vida.

Verdadeiramente impressionante é como ele conseguiu manter suas faculdades intelectuais intactas, houve é claro um violento choque emocional ao tomar ciência de suas miseráveis condições físicas. Mas não se deixou vencer por isto. Agarrou-se ao que tinha em mãos, libertou-se de seu escafandro (uma alusão ao seu corpo paralítico) e ousou sonhar, viajar, dar asas a sua imaginação e voar como uma borboleta liberta em campos abertos.

O filme tem algumas passagens deveras engraçadas apesar de todo o cenário cinzento que o envolve. Um dia, durante uma visita, um amigo lhe reporta as últimas fofocas parisienses: "Sabe o que estão falando ao seu respeito? Que tu agora não passas de um vegetal."
Sem o menor abatimento Jean Do rebate ironicamente:"Que tipo de vegetal? Uma cenoura? Um pepino?"
Uma metáfora por demais cruel, considerando a trágica situação, mas bastante exemplar da força interior que ainda bravamente residia no interior de Jean Do.
Nada o derrubou apesar de tudo, e através de sua fértil imaginação manteve-se ainda um sujeito glamuroso, sedutor e principalmente um grande escritor.

Ao terminar de assistir ao filme, ainda emocionado, fiquei aqui a tecer paralelos. Imaginando se algum dia me livrarei deste "escafandro" em que me enfiei e poderei partir para concretizar efetivamente alguns dos meus sonhos. Estive de certa forma tão acomodado nesta vida robótica que as vezes nem tenho a ousadia de sonhar que possa existir algo melhor fora daqui. Que posso fazer algo melhor. Construir algo. Que apesar da minha crescente e contínua decepção com o ser humano, reforçada por estes anos sufocantes sobrevivendo aqui na ilhota, possa existir pessoas boas, corajosas e verdadeiramente honestas neste mundo. Talvez não esteja enxergando. Talvez tenha que modificar meu modo cínico e por vezes amargurado de encarar as coisas...

Mille fois merci, Jean Do...

Meu parabéns. Você é o cara que soube viver. Você é o cara que me apontou que se tem que tentar viver e ser feliz sob quaisquer circunstâncias. Que as possibilidades de um homem são limitadas tão somente pela sua imaginação. E por tua conta, descobri ainda que existe algum resquício de ilusão e romantismo sobrevivendo neste meu espírito embrutecido (e não tão emburrecido)...

quarta-feira, 6 de agosto de 2008

A gostosona...

Ela era a gostosona.
Ela era a boazuda.
Ela era a imperatriz, rainha e princesa.
Para aonde quer que desfilasse,
seja pelos sinuosos corredores ou salões do Butantã,
um tapete vermelho estendia-se.
Kachos, butchos, shains, peões e sem dúvida nenhuma,
um conhecido liderzinho zé ruela,
lhe eram todos servos fiéis.
Ao rufar de seus passos majestosos
e ao sensual feitiço de sua presença real,
todo o Butantã solenemente se curvava.
Bela morena, vaidosa mestiça de olhos puxados e sorrisos mulatos.
Insensível mulher que namorava a atenção de todos os homens
as expensas da distração de um.
Foi se há muito... Há muito tempo...
Deixou a ilhota de vez
e revoou-se para um canto lá na terrinha.
E deixou todos para trás,
a tristemente balançar suas cabeças,
as de cima e as de baixo...
No ar ainda respiro,
a sereiosa fragrância de seu perfume...
E ainda ouço,
a sussurrar pelos vastos galpões do Butantã,
suas loucas histórias de loucos amores que insistem em se revelar...

domingo, 3 de agosto de 2008

Charges tecnológicas


Isto não é real.
X-(


É divertida. Morri de rir. hahahaha....
Porém irreal nos dia atuais. O Linux e suas distribuições evoluíram muito em termos de usabilidade. Talvez há uns dez anos atrás quando tinha acabado de me inserir no universo linuxer, esta charge retratasse a árdua tarefa de se configurar um sistema Linux.


O tempo passou... Tornei-me um feliz proprietário de um iMac há quase um ano atrás e outra louca história de amor tecnológico começou em minha vida. Rendi-me ao OS X e suas facilidades configuracionais. Com eventuais escapadinhas para conferir as últimas novidades linuxistas via VMWare.

Isto é real.
:-D :-D :-D :-D :-D



Upsss... Nunca tive qualquer problema com meu iMac, mmmaas...

Isto pode ser real. :-(

sábado, 2 de agosto de 2008

Orkut, dekasseguis, seus fóruns e um desabafo...

Adoro a internet. Ouso declarar que sou quase organicamente dependente dela. Ainda mais por ser um sujeito um tanto introspectivo, pouco aberto ao relacionamento humano na vida real. Através da grande rede virtual, obtenho grande parte do meu lazer, e mesmo nesta semi-exclusão aqui na "pqp", através dela conheci tantas pessoas interessantes e inteligentes, tive acesso a tantas informações que nem a maior das bibliotecas jamais poderia me proporcionar. Mas sei reconhecer que ela é só mais uma ferramenta, tal como uma faca de dois gumes, que pode ser utilizada tanto para o bem, quanto para o mal. Enfim, esta em nossas mãos, seus usuários, a escolha de fazer desta fantástica tecnologia uma coisa boa ou ruim.
Ontem, como tenho feito ultimamente para aperfeiçoar um pouquinho meu inglês macarrônico, surfei aleatoriamente por jornais gringos.
Num determinado momento esta trágica reportagem me captou a atenção, é sobre o suicídio de uma adolescente americana chamada Megan Meier, vítima de trote cibernético. Uma longa história, pontilhada de muita dor, tristeza e danos morais infinitos, tanto para as vítimas, quanto aos seus odiosos agressores.
Após digerir a reportagem, me peguei refletindo longamente sobre sobre meu próprio comportamento e sobre muita coisa que percebia errado nas minhas andanças cibernéticas.

No Orkut principalmente. Basta adentrar por alguns fóruns, ler alguns posts para se encontrar mergulhado numa lama sórdida de comentários fúteis, permeados de palavras de baixíssimo calão, ofensas, injúrias, calúnias e desaforos dos mais cruéis e injustos que se possa imaginar. Protegidos por um certo distanciamento físico proporcionado pelo universo virtual e pelo anonimado covarde. Pessoas dos mais variados tipos e gêneros, perpetram toda a sorte de crimes éticos e morais de incontáveis formas. Quer uma amostra deste lixo? Entre nesta "comunidade", intitulada "Brasileiros em Shimane" e sinta o fétido odor da baixaria, da intolerância, da ignorância, da futilidade, da mediocridade e da frivolidade... Para não citar outros adjetivos carinhosos. Entre nesta "cãomunidade" e irá se deparar com toda uma fauna (e flora?) rica em indivíduos ególatras, ignorantes e burros exteriorizando toda uma retórica reprimida em palavras e frases escritas em péssimo português, compondo idéias tortas, ridículas e sem sentido numa ilimitada escatologia verbal. Tudo em nome da "Liberdade de Expressão", segundo o seu administrador, um sujeito que nem ao menos mora ou trabalha em Shimane, e que há um bom tempo foi vergonhosamente defenestrado daqui. Mas que insiste em defecar posts pelo fórum, armado de uma sabedoria rasteira, fútil e inútil, sobre assuntos do qual nem ao menos está a par. Entre nesta comunidade e contemplarás este circo hediondo, este verdadeiro "freak show" com teus próprios olhos, mas antes meu caro, tome o cuidado de prender a respiração para não correr o risco de morrer asfixiado com tamanha fetidão... E também saia rápido para não se morder de tanta vergonha alheia ao deitar os olhos sobre os escritos bizarros ali depositados.

Bastou-me outro dia lá adentrar para informar-me sobre um possível corte de pessoal no setor aonde trabalho, que toda uma matilha me veio sedenta numa perseguição sem sentido a ladrar injúrias. Salvo um nobre colega que me foi realmente prestativo. Detonou-se um "frame" inútil e vazio por uma simples pergunta...

Gosto verdadeiramente de entender as pessoas, procuro respeitá-las, tolerá-las, mesmo que por vezes não me sintonize com suas idiossincrasias. Ainda assim não consigo compreender o porquê de se existir tantos ressentimentos, tantas intrigas e falta de respeito para com o próximo na nossa comunidade. Muitas vezes motivados por questões fúteis, banais, sem qualquer propósito real...

Bato, bato e bato sempre na mesma tecla. Apesar de sermos todos iguais, meros "catatores de ienes" nesta ilhota, tudo que vejo no meu convívio com meus próximos, meus contraerrâneos, salva raras exceções, é uma triste e desoladora desunião. E "algumas" destas porcaiadas que acontecem em fóruns dekasseguis no Orkut é tão somente uma extensão e reflexo deste mundo cão que nós mesmos construimos. Que nós mesmos fomos responsáveis por torná-lo assim...

Desculpem-me pelo diagnóstico devastador e admito, cruel no uso das palavras. Pode chocar, eu me choquei ao reler este texto.
Alguns poderão achá-lo injusto. Mas penso que precisamos urgentemente repensar nosso modo de agir e proceder de forma mais comunitária, prestativa, humana e gentil. Não custa muito tentar e pode fazer um bem danado...

sexta-feira, 1 de agosto de 2008

Kubi or not kubi? Eis a questão...


Izumo. Calor infernal. Zilhões de graus. E uma dúvida solta no ar. Afinal, fui ou não "kubizado"?
O setor inteiro aonde trabalho já foi cruelmente ceifado. Tal fatalidade aconteceu justamente no dia em que já estava de folga. Descubro isto por acaso, lendo o blog duma colega. Ligo para a empreiteira e ninguém atende. Todos estão de folga e tudo só volta a funcionar no dia 4. Só daqui a três dias terei a derradeira resposta...
Respiro fundo... Resigno-me... Meus pensamentos estranhamente se voltam para a magnifica estante que tinha recém comprado, para tentar organizar a bagunça no meu cubículo e dar-me um pouco de qualidade de vida.
Ahhh... As benditas "leis de Murphy", insistem em me perseguir... Pelo menos ainda não tive o trabalho de montá-la. Já esta pronta para uma possível mudança.
Anotem a seguinte equação: Dekassegui = "peão de trecho". Por conta dela, um dia estamos aqui, outro dia ali... E esta ilha é imensa, bem maior do que aparenta ser.
Por mais que seja veterano de Japão, já acostumado a tantos trancos, solavancos e barrancos, fica aquele vazio estranho de ter de abandonar tudo, assim meio de repente...
Felizmente (ou infelizmente, não sei ao certo) sou brasileiro, não desisto jamais!!! E a vida continua...